Arena da Amazônia terá obra sustentável

12/05/2010 – 09:28

Gazeta Press

Em todos os lugares se ouve falar de sustentabilidade. Economia de energia, de água, menor emissão de poluentes, preservação do meio ambiente… Visando economia e respeito ao meio ambiente, o Comitê Organizador Local da Copa de 2014 (LOC) será responsável por uma “obra sustentável” na Arena da Amazônia, um dos estádios da próxima Copa do Mundo.

Já nesta quarta-feira, alguns técnicos do LOC visitarão o estádio Vivaldo Lima – nome atual da Arena da Amazônia – para ver como serão feitas as remoções sustentáveis de cadeiras, catracas e coberturas, que poderão ser utilizadas posteriormente em outros locais.

Os idealizadores do projeto da Arena acreditam que uma obra sustentável é essencial nos dias de hoje. “Não se pode pensar em obras sem pensar em sustentabilidade. A Arena da Amazônia será uma das grandes obras deste estilo para a Copa de 2014, pois tudo passará por aprovação, até mesmo a demolição”, afirmou Danilo Carvalo, sócio-diretor do Grupo Stadia, responsável pelo projeto.

Algumas outras ações também serão realizadas para a sustentabilidade da obra: reaproveitamento da água da chuva, iluminação com lâmpadas à energia solar, paredes e coberturas vegetais, que ajudarão até mesmo na diminuição da temperatura dentro do estádio. Estas atitudes ajudarão o estádio a conseguir o selo LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental), que exigido para todos os estádios da Copa no Brasil.

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Inovar com sustentabilidade

13 de maio de 2010 | 0h 00

O Estado de S.Paulo

A crise financeira internacional de 2008 fez (res)surgir no empresariado de várias partes do mundo o sentimento de que é preciso buscar um modelo de desenvolvimento mais sustentável, de modo a corrigir o descompasso gritante entre o desenvolvimento econômico e a situação socioambiental das últimas décadas.

Em poucos meses, para conter a crise deflagrada em setembro de 2008, os governos dos países ricos desembolsaram US$ 11 trilhões. Impressionante em si, essa cifra ganha outra dimensão quando comparada com os míseros US$ 250 bilhões da ajuda humanitária dos países ricos aos países pobres nos últimos 50 anos. Ou seja, US$ 5 bilhões por ano!

Nos próximos anos, o tripé da sustentabilidade – econômica, social e ambiental – estará muito vinculado à inovação. As empresas precisarão inovar cada vez mais na construção de processos sustentáveis, induzidos pelo Estado.

Quanto a isso, nada melhor do que ouvir nosso vice-presidente, José Alencar, um dos empresários mais respeitados do Brasil. Em recente manifestação, ele condenou o paternalismo e apontou o lucro como a principal fonte do progresso. Disse ele: “Desperdícios custam para toda a sociedade, enquanto a produção eficiente e sustentável gera riqueza e oportunidades de ascensão coletiva.”

Para Alencar, o papel econômico dos governos é desobstruir o caminho para o progresso. No Brasil, segundo ele, as prioridades são remover a ignorância, a falta de saúde e saneamento, a precariedade da infraestrutura e as políticas antagônicas ao crescimento, como juros altos demais e impostos irracionais.

Especialmente quanto à infraestrutura, temos de agir de forma factível. Tentar, por exemplo, reutilizar os milhares de quilômetros de ferrovias abandonadas e dar força ao transporte fluvial. Quanto à produção de energia, é preciso fixar a ideia de que é importante implantar uma ampla rede de usinas térmicas movidas a combustíveis renováveis, além de construir usinas hidrelétricas.

Ainda que pesem os avanços alcançados pelo nosso país nos últimos anos, pois já somos quase a oitava economia do mundo, ocupamos o insignificante 56.º lugar no ranking da competitividade e o número de patentes brasileiras significa 0,2% das patentes do planeta. É preciso, portanto, inovar com sustentabilidade.

Já estamos fazendo isso no caso da agroindústria, cujas atividades afetam diretamente o meio ambiente. Todo mundo reconhece o impacto positivo dos biocombustíveis na renovação da nossa matriz energética. Oxigenador da gasolina, o etanol não rompe com a cadeia dos negócios do petróleo, mas é parte da solução para a necessária descarbonização do planeta.

Sem dúvida, temos capacidade para fazer muito mais, sem reduzir nosso potencial de produção de alimentos para consumo interno e exportação. Está na hora de fazermos da preservação dos recursos naturais a chave mestra do nosso modelo de desenvolvimento.

Sabemos que não há obra pública ou atividade econômica sem impacto sobre o meio ambiente, mas é preciso reconhecer que a partir do Código Florestal de 1965 foi montado no País um arcabouço legal que vem servindo como parâmetro ambiental para desenvolvimentistas e conservacionistas. Falta (talvez) um acordo cujos termos podem estar no novo Código Ambiental em discussão no Congresso.

A mudança na legislação pode ser uma primeira resposta à comunidade internacional, que cobra do Brasil a manutenção de algo que os países do Hemisfério Norte já não têm mais: o verde. O segundo passo seria bloquear efetivamente o desmatamento da Amazônia e o corte da vegetação nativa que cobre mais de 50% do território nacional. Se reduzirmos as queimadas, não só riscaremos o nome do Brasil da lista dos maiores emissores de gases do efeito estufa, mas estaremos fazendo da sustentabilidade um grande negócio para o País.

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ONU: danos aos ecossistemas vão afetar a economia mundial em breve

10 de maio de 2010


Danos aos ecossistemas naturais de todo o planeta devem começar a atingir a economia em breve, alertou um importante relatório da Oeganização das Nações Unidas (ONU). A terceira edição do Global Biodiversity Outlook (Perspectivas da Biodiversidade Global, tradução livre), o GBO-3, alerta para o fato de que alguns ecossistemas estão próximos de atingir um ponto preocupante, tornando-se cada vez menos úteis à humanidade. Alguns fatores agravantes seriam a rápida diminuição das florestas, a dificuldade de recuperação dos cursos de águas e a morte em massa de arrecifes de corais.

No último mês, cientistas confirmaram que os governos não conseguiriam alcançar suas metas para frear a perda da biodiversidade até o fim de 2010. “As novidades não são boas”, disse Ahmed Djoglaf, secretário executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas. “Continuamos a perder a biodiversidade em um ritmo nunca antes visto na história – a velocidade da extinção deve se tornar 1.000 vezes mais rápida do que a esperada.” De acordo com a ONU, a abundância de vertebrados – grupo que inclui mamíferos, répteis, aves, anfíbios e peixes – diminuiu cerca de um terço entre 1970 e 2006.

Metas não cumpridas - As metas para 2010 de frear significativamente o ritmo da perda de biodiversidade foi acordada em Joanesburgo, em 2002. Elas incluem medidas como: frear o ritmo da perda e degradação dos habitats naturais, proteger pelo menos 10% das regiões ecológicas do planeta, controlar a proliferação de espécies invasivas e garantir que o mercado internacional não leve espécies à extinção.

O GBo-3 concluiu que nenhuma das 21 metas complementares foram atingidas no âmbito global. Nenhum país que submeteu relatórios ao grupo da convenção sobre biodiversidade mostrou ter cumprido suas metas para 2010. Apesar de haver progresso em algumas regiões, a falha global significa que o número de espécies ameaçadas cresceu na Lista Vermelha das Nações Unidas.

“Vinte por cento de todos os mamíferos, 30% de todos os anfíbios, 12% de todas as aves e 27% dos arrecifes de corais estão ameaçados de extinção”, disse Bill Jackson, diretor geral da União Internacional para a Conservação da Natureza, que mantém a Lista Vermelha.

Consequências para a economia - A relação entre a perda da natureza e os danos à economia é muito mais do que apenas figurativa, segundo as Nações Unidas. Um projeto em curso, conhecido como Economia de Ecossistemas e Biodiversidade (The Economics of Ecosystems and Biodiversity, TEEB), é responsável por quantificar o valor monetário de vários serviços que a natureza provém, como purificar a água e o ar, proteger costas de tempestades e manter a vida selvagem para o ecoturismo. Quando esses serviços desaparecerem, eles terão de ser substituídos por fundos da sociedade. O TEEB calculou que as perdas anuais das florestas são equivalentes a 2 a 5 trilhões de dólares.

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Servidores do meio ambiente entregam cargos comissionados em protesto

Objetivo da manifestação é pressionar o governo por conta da falta de negociações com a categoria

10 de maio de 2010 | 15h 02

Os servidores federais do meio ambiente, Instituto Chico Mendes e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), fizeram nesta segunda-feira, 10, em frente ao Parque Nacional da Água Mineral, em Brasília, um protesto para pressionar o governo a negociar com a categoria. Eles entregaram os cargos comissionados e as funções fiscais ambientais. Antonio Cruz/ABr Antonio Cruz/ABr Durante a manhã, mais de 30 servidores do Distrito Federal haviam assinado a entrega das funções comissionadas. No fim do dia, será contabilizado o número exato de funcionários que pediram exonerações em todo o país. Em seguida, o grupo seguiu para as margens da BR-020 (que liga Brasília a Fortaleza) com faixas e apitos em sinal de protesto. Para o presidente da Associação dos Servidores do Ibama (Assibama) Nacional, Jonas Moraes Corrêa, o objetivo da manifestação é pressionar o governo por conta da falta de negociações plausíveis à categoria. “O governo não quer avançar com as reivindicações, por isso os servidores têm adotado essa medida extrema. Não há a menor condição de atuar em áreas de risco, sem que haja uma gratificação condizente ao trabalho realizado, já que são áreas de conflito agrário e em alguns casos, locais que nem a polícia federal atua.” A analista ambiental do Instituto Chico Mendes Maria Goretti explica que o protesto de entregar os cargos é uma medida de repúdio. A servidora já trabalhou quatro anos numa reserva extrativista na Amazônia e passou por dificuldades de apoio às atividades. “A falta de infraestrutura e apoio institucional dificultam o trabalho dos servidores nessas áreas de risco. Dentro da carreira federal, somos a área mais desvalorizada. Esse protesto hoje é uma forma de propor mudanças nesse quadro.” Para a presidente da Asibama-DF, Lindalva Ferreira, a desvalorização da categoria tem causado a saída de servidores, que prestam concurso para outros órgãos. “Se houvesse uma preocupação do governo em valorizar estes profissionais essa evasão não aconteceria.” Como desdobramento dessa manifestação, está marcado para esta terça-feira um novo protesto em frente ao ministério do Meio Ambiente onde será entregue à ministra Izabella Teixeira a lista dos servidores que pediram a desvinculação dos cargos. Em greve desde o dia 7 de abril, os servidores reivindicam dentre outros pontos negociar a reestruturação da carreira de especialista em meio ambiente e a criação de gratificações a servidores colocados para atuar em áreas de risco.

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O que é Educação Ambiental?

Nos últimos três séculos houve um grande crescimento do conhecimento humano, proporcionando um amplo desenvolvimento das ciências e da tecnologia. Ao mesmo tempo também ocorreram mudanças nos valores e modos de vida da sociedade, com o surgimento do processo industrial e o crescimento das cidades, aumentando a utilização dos recursos naturais e a produção de resíduos. Enfim, todos esses fatos geraram profundas mudanças na cultura, afetando principalmente a percepção do ambiente pelos seres humanos, que passaram a vê-lo como um objeto de uso para atender suas vontades, sem se preocupar em estabelecer limites e critérios apropriados.

Não demorou muito para surgirem as conseqüências dessa cultura moderna: o surgimento de problemas ambientais que afetam a qualidade de vida. Em pouco tempo ficou claro que havia uma crise de relações entre sociedade e meio ambiente.

A preocupação com essa situação fez com que surgisse a mobilização da sociedade, exigindo soluções e mudanças. Na década de 60, do séc. XX, a partir dos movimentos contraculturais, surgiu o movimento ecológico que trazia como uma de suas propostas a difusão da educação ambiental como ferramenta de mudanças nas relações do homem com o ambiente.

A Educação Ambiental (EA) surge como resposta à preocupação da sociedade com o futuro da vida.

Sua proposta principal é a de superar a dicotomia entre natureza e sociedade, através da formação de uma atitude ecológica nas pessoas. Um dos seus fundamentos é a visão socioambiental, que afirma que o meio ambiente é um espaço de relações, é um campo de interações culturais, sociais e naturais (a dimensão física e biológica dos processos vitais). Ressalte-se que, de acordo com essa visão, nem sempre as interações humanas com a natureza são daninhas, porque existe um co-pertencimento, uma coevolução entre o homem e seu meio. Coevolução é a idéia de que a evolução é fruto das interações entre a natureza e as diferentes espécies, e a humanidade também faz parte desse processo.

O processo educativo proposto pela EA objetiva a formação de sujeitos capazes de compreender o mundo e agir nele de forma crítica – consciente. Sua meta é a formação de sujeitos ecológicos.

“A EA fomenta sensibilidades afetivas e capacidades cognitivas para uma leitura do mundo do ponto de vista ambiental. Dessa forma, estabelece-se como mediação para múltiplas compreensões da experiência do indivíduo e dos coletivos sociais em suas relações com o ambiente. Esse processo de aprendizagem, por via dessa perspectiva de leitura, dá-se particularmente pela ação do educador como intérprete dos nexos entre sociedade e ambiente e da EA como mediadora na construção social de novas sensibilidades e posturas éticas diante do mundo.”

(Carvalho, Isabel C. M. Educação Ambiental: A Formação do Sujeito Ecológico)

http://pga.pgr.mpf.gov.br/pga/educacao/que-e-ea/o-que-e-educacao-ambiental

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Descontaminação de lâmpadas

Das lâmpadas descartadas no Brasil, cerca de 80 milhões/ano, apenas 3% tem destinação adequada. O mercúrio presente nas lâmpadas é um metal altamente tóxico e bastante volátil, e pode contaminar o solo, os animais, as águas e os seres humanos.Para evitar possíveis impactos ao meio ambiente deve-se dar um destino adequado as lâmpadas com vapor de mercúrio após o seu uso, por isso, a reciclagem é considerada a melhor solução.

http://www.brasilrecicle.com.br/hp/

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Repense seu próposito!

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Conhecer para preservar: Saiba o que é Ecologia

Tema:Ecologia
Autor: Ana Karla Rodrigues
Data: 27/3/2001

Ao contrário do que muita gente pensa, a ecologia não é uma ciência da moda ou uma preocupação moderna. Ainda que seja mais recente que outras ciências milenares como a matemática ou a física, há mais de um século já havia gente preocupada em definir essa ciência que ganhava cada vez mais corpo e preocupava os habitantes das grandes cidades do planeta.meio ambiente em que vive, além da distribuição e abundância dos seres vivos no planeta.florestas, vistos num primeiro momento como sintomas do desenvolvimento, hoje são problemas capazes de mobilizar governos, ONG´s, empresários e pessoas comuns.

A palavra Ecologia tem origem no grego “oikos” que significa casa e “logia”, estudo, reflexão. Logo, seria o estudo da casa, ou de forma mais genérica, do lugar onde se vive. Foi o cientista alemão Ernest Haeckel, em 1869, quem primeiro usou este termo para designar a parte da biologia que estuda as relações entre os seres vivos e o

No final do século XIX e início do século XX teve início a publicação de vários publicados diversos trabalhos tratando das relações entre seres vivos e o ambiente. Mas foi partir de 1930, porém, o estudo da Ecologia ganhou um espaço independente dentro da Biologia. Hoje os danos ambientais causados pelo aumento da população humana, pela escassez de recursos naturais e pela poluição ambiental fazem com que a Ecologia seja um dos mais importantes ramos da ciência atual.

Hoje a Ecologia não apenas ganhou status entre os cientistas, como também se tornou popular e alcançou visibilidade entre os grandes empresários.

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O Progresso

Eu queria poder afagar uma fera terrível
Eu queria poder transformar tanta coisa impossível
Eu queria dizer tanta coisa
Que pudesse fazer eu ficar bem comigo
Eu queria poder abraçar meu maior inimigo
Eu queria não ver tantas nuvens escuras nos ares
Navegar sem achar tantas manchas de óleo nos mares
E as baleias desaparecendo
Por falta de escrúpulos comercias
Eu queria ser civilizado como os animais

Eu queria ser civilizado como os animais

Eu queria não ver todo o verde da terra morrendo
E das águas dos rios os peixes desaparecendo
Eu queria gritar que esse tal de ouro negro
Não passa de um negro veneno
E sabemos que por tudo isso vivemos bem menos

Eu não posso aceitar certas coisas que eu não entendo
O comércio das armas de guerra da morte vivendo
Eu queria falar de alegria
Ao invés de tristeza mas não sou capaz
Eu queria ser civilizado como os animais
Eu queria ser civilizado como os animais
Eu queria ser civilizado como os animais

Não sou contra o progresso
Mas apelo pro bom senso
Um erro não conserta o outro
Isso é o que eu penso

Eu não sou contra o progresso
Mas apelo pro bom senso
Um erro não conserta o outro
Isso é o que eu penso.

Roberto Carlos

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Será que existe um caminho para a Consciência Ecológica?

A atual sociedade de consumo vem alterando de forma cada vez mais perigosa a biosfera. No capitalismo a função da natureza é exclusivamente de promover recursos, mas em contrapartida as conseqüências são extremamente negativas.

Do ponto de vista ambiental o mundo passa por uma série de modificações, devido a esse processo percebemos o fim do petróleo, escassez de água e aquecimento global, tudo isso fruto da sociedade industrial consumista.

O homem esquece que quando promove a destruição da natureza ele está se autodestruindo pois esse é parte integrante da natureza, esquece também que os elementos da natureza (hidrosfera, atmosfera, litosfera, animais, plantas entre outros) possui uma relação de interdependência.

A Hipótese Gaia, do grego “mãe Terra”, divindade que também recebia o nome de Gea, é uma nova visão de mundo, diz que a natureza poderá impor limitações à existência da vida humana no planeta. Algumas das limitações podem ser percebidas, como o aquecimento global, ou efeito estufa, fenômeno que se caracteriza pelo aumento da temperatura média do planeta, provocando aumento dos níveis das águas oceânicas, além de mudanças climáticas com efeitos imprevisíveis.

Com base nestes problemas alguns grupos começaram a se preocupar, dando início a vários movimentos ambientalistas e o despertar da consciência ecológica, é lógico que isso não ocorre de forma homogênea nos governos das maiores potências, pois vários acordos são gerados, muitos não são cumpridos para não comprometer a prosperidade econômica.

Hoje existem muitos movimentos ambientalistas, em sua grande maioria se tratam de ONG´s (Organizações não Governamentais), que lutam para preservar a natureza, dentre muitas podemos citar o Greenpeace, grupo de defesa ecológica, SOS MATA ATLÂNTICA e o Fundo Mundial para a Natureza, os movimentos em defesa surgiram principalmente a partir da década de 1960 e 1970.

Qual caminho seguir na preservação ambiental num mundo moderno em que não há maneiras de retroceder em condição de vida?
Primeiro é preciso um despertar da sociedade, que é o agente das questões ambientais, tanto positivas quanto negativas.

Atualmente existem várias correntes de pensamentos de preservação, o conservacionismo (consiste no pensamento de que a prioridade é a natureza com uma preocupação de conservação para as demais gerações), desenvolvimentismo ecológico (consiste no pensamento de que o mundo pode continuar crescendo economicamente de forma sustentável) e ecocapitalismo (corresponde ao pensamento capitalista de obter vantagens com as questões ambientais).

Em busca de soluções para os problemas ambientais são realizados, ocasionalmente, conferências, congressos, acordos para discutir as possíveis maneiras de solucionar ou pelo menos amenizar, alguns dos principais eventos mundiais estão o Rio 92, Protocolo de Quioto, Rio +10 e outras, além de outras discussões no campo .

Em suma todos os questionamentos acerca dos problemas ambientais devem ser encarados de forma coletiva, pois não é só o poder governamental que deve ter compromisso, mas sim todos os cidadãos podem participar, cada um fazendo a sua parte.

http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/consciencia-ecologica

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